A diabetes tipo 1 e 2 é marcada pelo aumento da glicemia devido a falhas no seu controle, sendo diagnosticada por exames laboratoriais. Inicialmente, pode causar sintomas como sede, fome e urina excessivas, além de perda de peso.
Com o tempo, esses sinais podem desaparecer, mas isso não significa controle da doença. Mesmo sem sintomas, a hiperglicemia prolongada pode provocar danos silenciosos ao organismo, especialmente aos rins, levando a alterações estruturais e funcionais que podem evoluir para a Doença Renal Diabética (DRD) e, em casos mais graves, insuficiência renal.
A DRD afeta uma parcela significativa de pessoas com diabetes e reforça a importância do controle glicêmico desde o início da doença. Esse cuidado envolve alimentação equilibrada, prática de exercícios, uso correto de medicamentos, controle do peso e bons hábitos de sono, sendo essencial para prevenir complicações e preservar a função renal.
A diabetes, tanto tipo 1 quanto tipo 2, é caracterizada por uma disfunção no controle glicêmico, fazendo com que os níveis de açúcar no sangue (glicemia) fiquem aumentados, sendo que os critérios diagnósticos envolvem exames laboratoriais que acusem glicemia de jejum maior que 125 mg/dL e Hemoglobina Glicada A1C (HbA1C) maior que 6,4% (esta última relatando níveis médios de açúcar no sangue dos últimos 90 dias, expressada em porcentagem).
Assim, sinais e sintomas iniciais da diabetes costumam girar em torno da produção excessiva de urina, sede e fome aumentadas, desidratação e perda de peso. Porém, após o diagnóstico e tratamento da diabetes, e depois de um certo período, ocorrendo adaptação do organismo com a glicemia mais elevada, o indivíduo com diabetes pode não mais sentir sintomas dessa elevação glicêmica, podendo ocasionar em menor preocupação para com os níveis aumentados de açúcar no sangue.
No entanto, isso é um erro bastante prejudicial, porque embora os sintomas da hiperglicemia possam estar ausentes, o excesso de glicose sanguínea no longo prazo tem capacidade de afetar negativamente células e tecidos do nosso corpo, pois, provoca reações moleculares que resultam em compostos oxidativos e inflamatórios.
Logo, quando estas reações estão acontecendo nos rins (que é, basicamente, o órgão responsável pela filtração do sangue), elas podem originar lesões em diversas células renais e também nos vasos sanguíneos, o que corrobora para o aumento da pressão nos rins e no corpo todo.
Além do mais, tudo isso pode promover hipertrofia renal, glomeruloesclerose e fibrose renal, podendo levar à redução ou perda da função renal.
Diante desse cenário, a Doença Renal Diabética (DRD) vai se manifestando com perda progressiva de albumina na urina (albuminúria) e declínio da Taxa de Filtração Glomerular, podendo evoluir para o quadro de insuficiência renal.
Ademais, é essencial enfatizar que a DRD pode acometer entre 30 a 40% dos pacientes com Diabetes do Tipo 1 e 2, sendo uma das principais causas de doença renal dialítica. Portanto, é fundamental focar no controle adequado da glicemia desde o início da diabetes (ou até mesmo no pré-diabetes), com metas individualizadas, sendo extremamente útil para uma redução significativa do risco de prejuízos renais.
Por fim, esse controle deve ter como base o cuidado alimentar, com ajuste das refeições para acompanharem as fontes de carboidratos com fibras e/ou proteínas, fazer a contagem de carboidratos se necessário, usar os medicamentos corretamente, praticar exercício físico, controlar o peso corporal e dormir bem, pois esses são fatores cruciais no manejo da diabetes.
Com o tempo, esses sinais podem desaparecer, mas isso não significa controle da doença. Mesmo sem sintomas, a hiperglicemia prolongada pode provocar danos silenciosos ao organismo, especialmente aos rins, levando a alterações estruturais e funcionais que podem evoluir para a Doença Renal Diabética (DRD) e, em casos mais graves, insuficiência renal.
A DRD afeta uma parcela significativa de pessoas com diabetes e reforça a importância do controle glicêmico desde o início da doença. Esse cuidado envolve alimentação equilibrada, prática de exercícios, uso correto de medicamentos, controle do peso e bons hábitos de sono, sendo essencial para prevenir complicações e preservar a função renal.
A diabetes, tanto tipo 1 quanto tipo 2, é caracterizada por uma disfunção no controle glicêmico, fazendo com que os níveis de açúcar no sangue (glicemia) fiquem aumentados, sendo que os critérios diagnósticos envolvem exames laboratoriais que acusem glicemia de jejum maior que 125 mg/dL e Hemoglobina Glicada A1C (HbA1C) maior que 6,4% (esta última relatando níveis médios de açúcar no sangue dos últimos 90 dias, expressada em porcentagem).
Assim, sinais e sintomas iniciais da diabetes costumam girar em torno da produção excessiva de urina, sede e fome aumentadas, desidratação e perda de peso. Porém, após o diagnóstico e tratamento da diabetes, e depois de um certo período, ocorrendo adaptação do organismo com a glicemia mais elevada, o indivíduo com diabetes pode não mais sentir sintomas dessa elevação glicêmica, podendo ocasionar em menor preocupação para com os níveis aumentados de açúcar no sangue.
No entanto, isso é um erro bastante prejudicial, porque embora os sintomas da hiperglicemia possam estar ausentes, o excesso de glicose sanguínea no longo prazo tem capacidade de afetar negativamente células e tecidos do nosso corpo, pois, provoca reações moleculares que resultam em compostos oxidativos e inflamatórios.
Logo, quando estas reações estão acontecendo nos rins (que é, basicamente, o órgão responsável pela filtração do sangue), elas podem originar lesões em diversas células renais e também nos vasos sanguíneos, o que corrobora para o aumento da pressão nos rins e no corpo todo.
Além do mais, tudo isso pode promover hipertrofia renal, glomeruloesclerose e fibrose renal, podendo levar à redução ou perda da função renal.
Diante desse cenário, a Doença Renal Diabética (DRD) vai se manifestando com perda progressiva de albumina na urina (albuminúria) e declínio da Taxa de Filtração Glomerular, podendo evoluir para o quadro de insuficiência renal.
Ademais, é essencial enfatizar que a DRD pode acometer entre 30 a 40% dos pacientes com Diabetes do Tipo 1 e 2, sendo uma das principais causas de doença renal dialítica. Portanto, é fundamental focar no controle adequado da glicemia desde o início da diabetes (ou até mesmo no pré-diabetes), com metas individualizadas, sendo extremamente útil para uma redução significativa do risco de prejuízos renais.
Por fim, esse controle deve ter como base o cuidado alimentar, com ajuste das refeições para acompanharem as fontes de carboidratos com fibras e/ou proteínas, fazer a contagem de carboidratos se necessário, usar os medicamentos corretamente, praticar exercício físico, controlar o peso corporal e dormir bem, pois esses são fatores cruciais no manejo da diabetes.
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