A Síndrome de Down pode estar associada à Dislipidemia, aumentando o risco cardiovascular desde cedo.
Alterações como aumento do LDL, redução do HDL e triglicerídeos elevados são comuns, podendo estar relacionadas a fatores genéticos, hormonais (como Hipotireoidismo) e à Resistência à insulina.
A nutrição tem papel fundamental na prevenção e no controle, com foco em alimentação equilibrada e individualizada.
DISLIPIDEMIA NA SÍNDROME DE DOWN (T21)
A Síndrome de Down (T21) está associada a alterações metabólicas importantes — entre elas, a dislipidemia, que pode aumentar o risco cardiovascular ao longo da vida.
O QUE OBSERVAMOS?
Indivíduos com T21 podem apresentar:
✔️ Aumento de LDL (“colesterol ruim”)
✔️ Redução de HDL (“colesterol bom”)
✔️ Elevação de triglicerídeos
✔️ Maior tendência ao ganho de peso Essas alterações podem ocorrer mesmo com alimentação aparentemente adequada.
POR QUE ISSO ACONTECE?
A dislipidemia na T21 pode estar relacionada a:
🧬 Alterações genéticas próprias da trissomia
🧪 Disfunções hormonais (ex: Hipotireoidismo)
🦠 Maior predisposição à Resistência à insulina
🥗 Baixa qualidade alimentar e seletividade alimentar
ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS
✔️ Priorizar alimentos in natura
✔️ Aumentar consumo de fibras (aveia, frutas, legumes)
✔️ Incluir gorduras boas (azeite, abacate, peixes)
✔️ Reduzir ultraprocessados e açúcar
✔️ Atenção à rotina alimentar e comportamento
IMPORTANTE O acompanhamento nutricional individualizado é essencial para:
Prevenir complicações
Melhorar qualidade de vida
Promover autonomia alimentar
CUIDAR É INDIVIDUALIZAR
Cada pessoa com T21 é única.
O plano alimentar deve respeitar preferências, rotina e necessidades clínicas.




